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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

{Fabi} 'Tá lido # 61 - O iluminado, Stephen King


ISBN: 9788581050485
Ano: 2012 / Páginas: 463
Editora: Suma de Letras
Avaliação pessoal: 5 estrelas e favorito

Sinopse: O romance, magistralmente levado ao cinema por Stanley Kubrick, continua apaixonando (e aterrorizando) novas gerações de leitores.
A luta assustadora entre dois mundos.
Um menino e o desejo assassino de poderosas forças malignas.
Uma família refém do mal.
Nesta guerra sem testemunhas, vencerá o mais forte.
Danny Torrance não é um menino comum. É capaz de ouvir pensamentos e transportar-se no tempo. Danny é iluminado. Será uma maldição ou uma bênção? A resposta pode estar guardada na imponência assustadora do hotel Overlook.
Em O iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família.
Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. É uma sentença de morte. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.
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Eu comecei a ler King esse ano, meio que por acaso, confesso que não tinha interesse e tinha um pouco de preconceito, porque, veja bem, não gosto muito de sentir medo lendo, gosto mesmo de me divertir, chorar e ficar triste durante a leitura, mas nunca com medo.

Só que a chata linda da Iris, que estuda comigo essa insuportável, adora SK e me obrigou emprestou Carrie e A espera de um milagre, li primeiro Carrie, mas é assunto pra outro post e depois li A espera de um milagre e como ela não estava com O iluminado acabei comprando .
E como eu já disse antes esses últimos posts do ano serão dedicados aos meus livros favoritos do ano que ainda não apareceram por aqui.

Eu preciso confessar, estou apaixonada pelo Rei, quero ler tudo que eu puder dele, sério vale muito a pena, a narrativa dele prende e te faz querer devorar o livro, pior que os livros não dão medo, mas aquela sensação que a gente sente assistindo filme de terror, quando estamos esperando alguma coisa assustadora, segurando a respiração e com o coração meio acelerado? Pois é, senti isso muitas vezes durante a leitura.

O livro vai contar a história de uma família de três pessoas Jack Torrance, o pai; Wendy, a mãe e Danny, a criança que é iluminada e isso você já descobre logo de cara. A trama se passa entrelaçando pontos de vista dos personagens, acontecimentos e lembranças. 

Por isso, ao longo da história desenvolvemos sentimentos mistos pelos personagens, porque de certa forma somos manipulados pelos pontos de vista deles, então ora achamos que o Jack é um coitado, ora que ele é um babaca de marca maior (o que agora eu acho que ele é mesmo); a Wendy passa de mãe dedicada à grande vacona, dependendo do ponto da história e até mesmo o Danny passa de criança boazinha para mimado querendo atenção.

Esse mix de sentimentos aconteceu comigo até o momento que eu percebi que o ponto de vista dos personagens estava mexendo comigo, o que o narrador queria que eu pensasse estava pensando sem questionar, comecei a pensar no que eu achava de cada personagem e isso me deu um outro ponto de vista da história, o meu.

Até agora é meu livro preferido do King e já estou com Doutor do sono (continuação) aqui pra ler, espero ler em breve...rs
Acho a construção da história e dos personagens muito real, gosto de como ele mostra as coisas aos poucos e a empatia que sentimos pelos personagens, toda vez que acaba um livro dele, surge uma vontade de saber mais dos personagens, uma vontade de não terminar o livro.

Ás vezes ele pode ser bem descritivo, o que não me atrapalha, afinal meus escritores preferidos são descritivos, mas quando ele começa a ação não dá nem pra respirar direito.

Quando li a sinopse do livro, achei que ele me lembraria um pouco sexto sentido, de fato existe uma criança que vê espíritos, existe um adulto que explica as coisas, existe uma cena com banheiro, mas acho que as coincidências  param por ai...rs.

Acho que todo mundo no mundo deveria ler esse livro, ele é SENSACIONAL!


Quem ai já leu?
O que achou dele? Qual King recomenda?

Até a próxima!

;)








terça-feira, 24 de dezembro de 2013

{Bel} Impressões de Leitura #36 ~ Carrie, A Estranha (Stephen King)

Título: Carrie, A Estranha
Título Original: Carrie
Autor: Stephen King
Editora: Suma das Letras
Número de páginas: 164

Skoob :: Goodreads

Avaliação: 5 estrelas!

Sinopse: Carrie, a Estranha narra a atormentada adolescência de uma jovem problemática, perseguida pelos colegas, professores e impedida pela mãe de levar a vida como as garotas de sua idade. Só que Carrie guarda um segredo: quando ela está por perto, objetos voam, portas são trancadas ao sabor do nada, velas se apagam e voltam a iluminar, misteriosamente. Aos 16 anos, desajustada socialmente, Carrie prepara sua vingança contra todos os que a prejudicaram. A vendeta vem à tona de forma tão furiosa e amedrontadora que até hoje permanece como exemplo de uma das mais chocantes e inovadoras narrativas de terror de todos os tempos. Com tantos ingredientes de suspense, Carrie, a Estranha logo se transformou num enorme sucesso internacional e passou a integrar a mitologia americana. Ao ser transportado para as telas, em 1976, pelas mãos de Brian de Palma, teve a atriz Sissy Spacek e John Travolta em seus papéis principais.

Depois que começaram os rumores de uma nova adaptação para esta obra, corri ler para relembrar da história. Já havia assistido uma adaptação antiga dessa história e, mesmo já sabendo como tudo terminava, ainda quis ler.

“But sorry is the Kool-Aid of human emotions. [...] True sorrow is as rare as true love.”
Carrie é aquela moça que é excluída das turmas, perseguida, sofre bullying pelos colegas da escola e, como isso tudo não fosse o bastante, ela tem uma mãe de enlouquecer qualquer um. A mãe é uma religiosa super fervorosa e fanática. Ou seja, Carrie não tem paz em lugar algum.

Carrie é telecinética, consegue mover objetos apenas com o poder da sua mente. E quando ela fica descontrolada, sua mente fica descontrolada também e não rende coisa boa. E aos poucos, Carrie passa a ter mais controle sobre a sua telecinese.

O baile da turma está para chegar e, como forma de desculpas, Sue faz com que seu namorado, Tommy, chame Carrie para ir ao baile com ele. Tudo isso apenas para que ela tenha um dia melhor.

Entretanto, o pessoal que não gosta de Carrie, planeja algo que vá fazer com ela tenha a maior vergonha de sua vida durante o baile. E creio que não seja necessário dizer que tudo isso não acaba bem. Carrie fica extremamente maluca, irada e tudo de mais horrível se passa pela sua cabeça.
“And then the world exploded.”
Eu gosto muito de livros assim, com muito suspense, terror... daqueles que faz a gente querer ler até o livro acabar. O livro é curto, mas é muito completo e intenso. Eu lia e só me faltava devorar o Kobo, de tanto que eu queria ir até o fim. Fazia muito tempo que um livro não me pegava assim. A ansiedade me tomou por completo durante a leitura. Stephen King não tem esse sobrenome à toa!

Já estou com outro livro dele aqui na fila de espera e também na ansiedade para conseguir um tempo para assistir à nova adaptação do livro. E aí, quem já viu, gostou?

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Um abraço
Bel VF 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

{Bel} Impressões de Leitura #21 ~ Garota Exemplar (Gillian Flynn)

Título: Garota Exemplar
Título Original: Gone Girl
Autor: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 448

Skoob :: Goodreads

Avaliação: 4 estrelas!

Sinopse: Uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade, Gillian Flynn apresenta um relato perturbador sobre um casamento em crise. Com 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo – o maior sucesso editorial do ano, atrás apenas da Trilogia Cinquenta tons de cinza –, "Garota Exemplar" alia humor perspicaz a uma narrativa eletrizante. O resultado é uma atmosfera de dúvidas que faz o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública – e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy –, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino? Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?


Depois de ver tantos anúncios no Skoob e outras redes sociais, resolvi ver qual era a desse livro. Vi que era suspense, então dei uma chance ao livro. E não me arrependi!

O livro tem uma estrutura bem legal, alternando entre capítulos ora narrados por Nick, ora por Amy. No início do livro, os capítulos do Nick são referente aos dias atuais da história, onde, no dia em que o casal faria 5 anos de casados, Amy desaparece, aparentemente diante de um crime, um sequestro. A casa está toda bagunçada, indicando uma luta, sangue.

Nos aniversários de casamento, Amy sempre fazia jogos com Nick, deixando pistas para que ele chegasse até o presente dela para ele. Diante desse desaparecimento de Amy, Nick ainda assim faz o jogo de pistas na esperança de encontrar alguma outra pista que leve ao seu desaparecimento.

No início, os capítulos narrados por Amy são páginas de seu diário, contando desde antes do casamento e até o momento de seu desaparecimento. 

A autora desenvolveu a históra muito bem fazendo com que, a cada capítulo, tivéssemos um suspeito diferente responsável pelo desaparecimento de Amy. Flynn foi muito feliz nisso.

Até que, chega na metade do livro, tudo o que realmente aconteceu é revelado. Achei que foi cedo demais, mas tudo bem, ela continuou com a história muito bem depois disso. O livro continua bom e a narrativa gostosa como no início, ainda nos fazendo ter uma opinião diferente a cada capítulo lido.

Mas aí, chega o final do livro e... como assim?! Concluindo tudo tão repentinamente e a maneira como a autora concluiu não fizeram jus a todo o conteúdo do livro. Não parecia que era a mesma autora no final. O livro é muito bom sim e vai levar 4 estrelas. Só não leva 5 porque o desfecho não teve o mesmo nível da narrativa.

Eu devorei esse livro assim porque eu queria saber qual era o mistério do desaparecimento de Amy. Mas me decepcionei bastante com o final do livro. Eu recomendo o livro sim pois, apesar do final bem ruim, a história e a sua condução foram muito boas. A cada momento sentimos raiva de alguém, depois de outra pessoa. Ora o suspeito é um, ora é outro. Muito bem feito sim, já o final... me decepcionou!

E outra coisa, depois me digam o que acharam, não achei o título em português muito relacionado com a história. O que vocês acharam? Ok que tem a história de Amy Exemplar, porém, não achei que deu muito certo esse título com o enredo do livro.

O livro vai virar filme! E quem vai estrelar Nick será nada mais nada menos que Ben Affleck! Interessante, não é mesmo? Eu gostei da escolha para o Nick.

Deixem sua opinião sobre o livro aí nos comentários!

Um abraço

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Um abraço
Bel VF 

sábado, 3 de agosto de 2013

[Fabí] Relatos de uma maratona #4

Bom eu terminei de ler Morte súbita da J.K. Rowlling e achei o livro maravilhoso, se tornou um favorito, acho que pra vida toda e pretendo com certeza reler.

Esse livro é triste, é repleto de fofocas e tem personagens bem construídos.
Acho que a maior sacada da J.K nesse livro foram as ironias, as máscaras sociais e a inversão de alguns valores. Parece que a única pessoa realmente boa e que se importa com os outros morre.

A Krystal é minha personagem favorita, acho ela verdadeira e pura ao mesmo tempo que quebra todas as regras, que parece vulgar e durona, ela era insegura e carente...

Não gosto muito de falar dos livros assim que termino, acho que eles merecem um tempo pra absorver tudo e pensar nas coisas que não são tão óbvias e que acabam sendo totalmente diferentes de um leitor para o outro.

Acho que depois eu falo mais sobre esse livro...rs