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terça-feira, 25 de outubro de 2016

{Fabi} The Rory Gilmore Reading Challange - Quinta atualização!

Fonte (me identifico totalmente)

 Oi gente, tudo bem?

Aproveitando que saiu trailer novo de "Um ano para recordar", a  "oitava" temporada de Gilmore Girls, uma das minhas séries preferidas da vida, se não assistiu, por favor assista e que ela estréia em 25/11/16, achei bem propicio e auspicioso postar essa atualização hoje.

Faz praticamente um ano ( um ano e alguns dias) que eu postei a quarta atualização, tinha lido 56 livros), venho aqui contar, que esse ano li mais alguns livros da lista gigantesca, vou colocar o que li:
  1. 1984 - George Orwell
  2. As Aventuras de Huckleberry Finn - Mark Twain
  3. Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll 
  4. Anna Karênina - Liév Tolstói
  5. Guerra e Paz - Liév Tolstoi
  6. A Redoma de Vidro - Sylvia Plath 
  7. Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley 
  8. Cândido - Voltaire 
  9. Carrie - Stephen King
  10. O Iluminado - Stephen King
  11. Laranja Mecânica - Anthony Burgess 
  12. Crime e Castigo - Fiódor Dostoévski
  13. O Código da Vinci - Dan Brown
  14. Emma - Jane Austen
  15. A Abadia de Northanger - Jane Austen
  16. Orgulho e preconceito, Jane Austen
  17. Razão e sensiblidade, Jane Austen
  18. Branca de Neve e Rosa Vermelha - Os Irmãos Grimm
  19. Rapunzel - Os Irmãos Grimm
  20. Fahrenheit 451 - Ray Bradbury
  21. A Sociedade do Anel: O Senhor dos Anéis, Livro 1 - J. R. R. Tolkien
  22. As cinco pessoas que você encontra no céu - Mitch Albom
  23. Frankenstein - Mary Shelley
  24. Franny & Zooey - J. D. Salinger
  25. O apanhador no campo de centeio - J. D. Salinger
  26. O Deus das Pequenas Coisas - Arundhati Roy
  27. E o Vento Levou - Margaret Mitchel
  28. O Grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald
  29. Harry Potter e o Cálice de Fogo - J. K. Rowling
  30. Harry Potter e a Pedra Filosofal - J. K. Rowling
  31. O Coração das Trevas - Joseph Conrad
  32. A Sangue Frio - Truman Capote
  33. Jane Eyre - Charlotte Brontë
  34. Cartas a um Jovem Poeta - Rainer Maria Rilke
  35. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - C.S. Lewis
  36. Mrs. Dalloway - Virginia Woolf
  37. Um quarto todo seu - Virginia Woolf
  38. As Vantagens de Ser Invisível - Stephen Chbosky
  39. O Retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde
  40. O Fio da Navalha - W. Somerset Maugham
  41. Lendo Lolita em Teerã - Azar Nafisi
  42. A pequena vendedora de fósforos, Hans Christian Anderson
  43. O Retorno do Rei: Senhor dos Anéis, Livro 3 - J. R. R. Tolkien
  44. Romeu e Julieta - William Shakespeare
  45. Hamlet - William Shakespeare
  46. Macbeth - William Shakespeare
  47. Santuário - William Faulkner
  48. O Som e a Fúria - William Faulkner
  49. A Vida Secreta das Abelhas - Sue Monk Kidd
  50. A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafon
  51. A Mulher do Viajante do Tempo - Audrey Niffenegger
  52. O sol é para todos - Harper Lee 
  53. Quem Mexeu no Meu Queijo? - Spencer Johnson
  54. O Mágico de Oz - Frank L. Baum
  55. O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë
  56. As Virgens Suicidas - Jeffrey Eugenides
  57. Alta fidelidade, Nick Hornby
  58. Grandes Esperanças - Charles Dickens
  59. David Copperfield - Charles Dickens
  60. Um Conto de Natal - Charles Dickens
  61. O amante de Lady Chaterley, D. H. Lawrence
  62. Mulherzinhas, Louisa May Alcott
  63. A metamorfose, Kafka
  64. Cem anos de solidão, Gabriel Gracia Marquez

Minha meta era ler mais quinze livros esse ano, dos livros da lista acima alguns foram lidos ainda no ano passado. Esse ano li apenas esses:
  1. E o vento levou
  2. As aventuras de Huckleberry Finn
  3. Alta fidelidade
  4. A vida secreta das Abelhas
  5. Orgulho e preconceito (reli)
  6. Razão e sensibilidade (reli)
  7. Um teto todo seu (reli)
  8. Rei Lear
  9. Macbeth
  10. As virgens suicidas
Estou lendo: 
  • Ulysses, James Joyce
  • Moby Dick, Melville
  • Os irmãos Karamazóv, Dostoiévski

Quero ler ainda esse ano:
  • Amada, Toni Morrisonck
  • Madame Bovary, Flaubert
  • O nome da rosa, Humberto Eco
  • Oliver Twist, Dickens

Se tudo der certo, vou conseguir ;)

Você ai gosta de Gilmore Girls? leu/quer ler ou está lendo algum desses, se sim me conta quais! 
Por hoje é só,logo mais eu volto! 

sábado, 22 de outubro de 2016

{Fabí} O que eu li em Setembro (2016)

Contei um pouco sobre o que eu li em setembro, um mês de leituras maravilhosas e que até rendeu bem! ;)



* Alta Fidelidade, Nick Hornby e Franny & Zooey, J. D. Sallinger fazem parte do desafio  da Rory

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

{Fabí} 'Tá Lido #82 - As Aventuras de Huckleberry Finn e Tom Sawyer, Mark Twain

No começo de outubro, quando mostrei minhas pretensões de leitura, o vídeo está aqui em baixo, disse que leria nos primeiros 12 dias do mês As Aventuras de Huckleberry Finn, do MarkTwain, acontece que me enrolei um pouco com a leitura, que só terminei dia 13 e como vídeo, que gravei, e não gostei, no dia 14.





Apesar de um um pouco descabelada, o vídeo ficou legal, gostei e acho que consegui mostrar bem o que achei, mas é como falei no outro post, quero começar a organizar melhor minhas ideias, tanto em vídeo, como em posts. Alguém ai tem algum link, livro, vídeo ou qualquer dica pra me dar/indicar?

* As Aventuras de Huckleberry Finn faz parte do Desafio da Rory (The Rory Gilmore Reading Challenge)

Por hoje é só, até a próxima!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

{Fabi} Desafio da Rory Gilmore ~> Quarta atualização!

Desde a terceira atualização lá no dia 05 de janeiro eu fiz um post dizendo que eu fechei o ano de 2014 com 42 leituras do desafio, praticamente 10 meses depois, eu fico muito contende de dizer que nesse ano li mais 14 livros \o/, são eles:


  1. Emma, Jane Austen
  2. A abadia de Northanger, Jane Austen
  3. Santuário, William Faulkner
  4. O som e a fúria, William Faulkner
  5. Hamlet, Wiliam Shekespeare
  6. Lendo Lolita em Teerã, Azar Nafisi
  7. Fahrenheit 451, Ray Bradbury
  8. David Copperfield, Charles Dickens
  9. O Deus das pequenas coisas, Arundhati Roy
  10. O coração das trevas, Joseph Conrad
  11. Mulherzinhas, Louisa May Alcott
  12. Guerra e Paz, Liév Tostói
  13. O amante de Lady Chatterley, D. H. Lawrence
  14. Frankenstein, Mary Shelley 


O que eu estou lendo:

~> O segundo sexo, Simone de Beuvoir (esse provavelmente só vou terminar ano que vem)
~> Dom Quixote, Cervantes (esse livro não passa desse ano)


Ainda esse ano quero ler:
~> O médico e o monstro, Stevenson
~> Suave é a noite, F. Scott Fitzgerald
~> Ardil 22, Joseph Heller

Fiquei realmente feliz de já ter cumprido uma das minhas metas desse ano, e vocês cumpriram alguma?

Até a próxima!
;)

domingo, 14 de junho de 2015

{Fabi} 'Tá Lido #76 - O som e a fúria, William Faulkner

Conversando com voês sobre o som e a fúria do William Faulkner, um livro que assusta muita gente, mas que recompensa quando você abre o coração. Vale muito a pena ler, acho que vocês perceberam que está acontecendo uma overdose de Faulkner por minha parte, pois é descobri um dos autores que mexem comigo. E você descobriu algum assim esse ano?



Uma dica para quem tem medo desse livro e quer saber um pouco mais sobre a história do autor, da obra e sua relevância para a Literatura Universal é assistir esse vídeo: Literatura Fundamental, O som e a fúria, professora Munira Mutran.

;)

terça-feira, 2 de junho de 2015

{Fabí} 'Tá lido # 76 -Santuário, William Faulkner



Esse livro me foi uma grata surpresa, fui cheia de medo encarar o bicho papão chado William Faulkner e me apaixonei pela fera, me surpreendi e fui conquistada, em dois meses li três livros dele e comprei mais um monte, quero ler tudo que ele escreveu e se você ai tem vontade lê-lo, o leia, vale a pena.

Eu particularmente não tenho medo mais de ler nenhum livro, para alguns como Graça Infinita não me sinto preparada, já com outros como O jogo da amarelinha, sinto que serão lidos em breve. Acredito no momento de ler o livro e se não estiver rolando aquela química, muito bem, eu espero.

Esse livro foi um dos raros casos que terminei com vontade de reler, pelo que percebi a leitura dele (e dos outros que li do Faulkner) não se esgota com uma leitura, mas se enriquece com várias releituras.
Esse livro tem um clima noir, quase um clima de detetive (como a Claire Scorzi cita no seu vídeo), acho que esse livro é o mais acessível do Faulkner, tanto por ser curto, como por ser menos hermético e ter apenas um foco narrativo, foco que segue linear na história.

domingo, 15 de março de 2015

{Fabi] 'Tá lido # 70 - Farenheit 451, Ray Bradbury



Este livro é considerado como uma das grandes distopias clássicas. As distopias são baseadas em “realidades alternativas”, pós-colapso social, econômico ou fruto de guerras e destruição em massa.

Nesse livro especificamente é um mundo pós-guerra, onde as casas são a prova de fogo, os livros foram banidos, ou melhor, queimados pelos bombeiros (outra coisa que caracteriza muito as distopias é a restrição à informação e a cultura) e a televisão (acesso controlado as informações) e uso de pílulas (drogas) como fatores de alienação e de satisfação pessoal.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

{Fabi} 'Tá lido # 68~ Ana Karênina, Liév Tolstói

Páginas: 749 
Editora: Abril

Sinopse: Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira. Esta é uma das aberturas mais famosas de todos os tempos, e ainda hoje impressiona a sabedoria concisa com que Tolstói -introduz o leitor no universo de Anna Kariênina, clássico escrito entre 1873 e 1877. Muito do que o romance vai mostrar está contido nesta frase. A personagem-título, ao abandonar sua sólida posição social por um novo amor, e seguir esta opção até as últimas consequências, potencializa os dilemas amorosos, vividos dentro ou fora do casamento, de toda a ampla galeria de personagens que a circunda.







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Logo que terminei A elegância do ouriço comecei Ana Karênina, porque a Reneé (personagem central do romance) sempre cita Anna Karênina, além disso esse livro tem muito valor na história e é encantador ver o carinho da Reneé pelos personagens (principalmente pela Kity e pelo Kóstia). Acho que sempre vou associar um ao outro, porque a minha experiência de leitura de um está fortemente ligada ao outro e os dois são livros que me marcaram muito como leitora.

Logo no começo do livro, depois do primeiro parágrafo mais famoso do mundo (Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira), você já percebe que a história vai ser meio que um novelão mexicano.

Esse começo já mostra que a história vai se passar em torno dos dramas familiares, logo no inicio do romance a família Oblonski esta passando por problemas, o marido cometeu adultério e a mulher descobriu, mas sofre para tomar uma decisão já que ela não tem renda e tem muitos filhos.

Para ajudar nas questões matrimoniais Ana Karênina, a irmã do Sr. Stepan (Stiva) Arkadyevich Oblonski, vai de São Petesburgo para Moscou tentar convencer sua cunhada a perdoar o marido e manter a família unida. Durante a viagem de trem ela vem na mesma que a Condessa Vronski e acaba conhecendo seu filho (rola maior clima, ele fica enfeitiçado por ela), mas eles mal se falam e ela acredita que não vai mais vê-lo .

Uma das maiores ironias nesse livro é que ela é considerada a pessoa ideal, possui um “casamento perfeito”, tem um marido respeitável e admirável por seu cargo como funcionário do governo. Mas ao longo da história percebemos que nem todas as aparências são verdadeiras e que famílias aparentemente felizes podem ser bem infelizes quando retiram as máscaras ou quando as circunstancias mudam.

Nesse caso o que mudou foi que Vronki e Anna se encontraram novamente em um baile, dançaram e conversaram muito, Vronski que é galante e estava inclusive cortejando a Kity, que está apaixonada por ele consegue deixar Ana balançada e esse relacionamento é o que vai mudar a história de todos que os cercam.

Acho que já deu pra perceber que Ana Karênina é um livro sobre relacionamentos familiares e que também trata da vida em sociedade, mas pra mim principalmente é um livro de amor. Sobre as várias formas de amor, sobre a descoberta do amor e que cada um entende e sente quando se trata de amor.

O amor dos Liêvin (Kity e Kóstia, que são meus personagens favoritos) é puro, o amor dos Oblonski é mais pela família e por manter ela, o do Karenin é frio e o da Ana por ele é conquistado pelo respeito, o da Ana e do Vronski é obsessivo  e assim vai... Não quero falar mais para evitar spoiller.

O romance trata bastante dos sentimentos da Anna e apesar do nome do romance, de ela ser a personagem central a Ana é a personagem mais chata e egoísta da história, acho que das “mocinhas” da literatura ela só perde para a Cath de O morro dos ventos uivantes no quesito chatice. Ela é insegura, carente, mimada e egoísta, a única coisa boa que ela tem é a capacidade de amar, a busca do amor e o fato de estar disposta a quebrar as conveniências sociais para ser feliz, para amar e viver esse amor.

Mesmo com isso o amor dela é o mais fútil e o mais vulgar do romance, o que não diminui o valor do livro, mas o ponto alto do romance pra mim é a descoberta do amor da Kity, a construção da confiança e do relacionamento deles é tão doce, tão pura que me tocou profundamente.


Foi muito difícil pra mim falar desse livro, não sei explicar, acho que ele me tocou e quando a gente sente uma coisa tão bonita com um livro é difícil descrever, além disso ele ficou fortemente ligado à elegância do ouriço que foi um livro que ecoou em mim de uma forma muito bonita e diferente e que foi a leitura que mais mexeu comigo em 2014.


Por hoje é só!

;)


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

{Fabi} Desafio da Rory Gilmore ~> Terceira atualização

Lá no dia 11 de outubro eu fiz um post onde tinha uma lista e eu atualizava com o que eu já li, o que eu já tenho e o que eu não tenho o mínimo interesse de ler, mas está no desafio.
Na época tinha lido 36 livros e me propunha a ler mais quatro e encerrar o ano com 40 livros lidos desse desafio, acabei lendo um pouco mais e fechei o ano de 2014 com 42 leituras do desafio.

Espero que em 2015 eu consiga ler pelo menos mais 10 livros, tomara que até mais né? ;)

Pois bem aqui estão todos os livros lidos:




Desde a última atualização eu li:


O que estou lendo:

  • Guerra e Paz, Liev Tostói
  • Fahrenheit 451 - Ray Bradbury
  • Dom Quixote, Miguel de Cervantes

Até a próxima atualização espero ter terminado esses e lido pelo menos mais um que faça parte dessa lista!


Até logo!

;)



sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

{Fabi} 'Tá lido # 61 - O iluminado, Stephen King


ISBN: 9788581050485
Ano: 2012 / Páginas: 463
Editora: Suma de Letras
Avaliação pessoal: 5 estrelas e favorito

Sinopse: O romance, magistralmente levado ao cinema por Stanley Kubrick, continua apaixonando (e aterrorizando) novas gerações de leitores.
A luta assustadora entre dois mundos.
Um menino e o desejo assassino de poderosas forças malignas.
Uma família refém do mal.
Nesta guerra sem testemunhas, vencerá o mais forte.
Danny Torrance não é um menino comum. É capaz de ouvir pensamentos e transportar-se no tempo. Danny é iluminado. Será uma maldição ou uma bênção? A resposta pode estar guardada na imponência assustadora do hotel Overlook.
Em O iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família.
Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. É uma sentença de morte. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.
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Eu comecei a ler King esse ano, meio que por acaso, confesso que não tinha interesse e tinha um pouco de preconceito, porque, veja bem, não gosto muito de sentir medo lendo, gosto mesmo de me divertir, chorar e ficar triste durante a leitura, mas nunca com medo.

Só que a chata linda da Iris, que estuda comigo essa insuportável, adora SK e me obrigou emprestou Carrie e A espera de um milagre, li primeiro Carrie, mas é assunto pra outro post e depois li A espera de um milagre e como ela não estava com O iluminado acabei comprando .
E como eu já disse antes esses últimos posts do ano serão dedicados aos meus livros favoritos do ano que ainda não apareceram por aqui.

Eu preciso confessar, estou apaixonada pelo Rei, quero ler tudo que eu puder dele, sério vale muito a pena, a narrativa dele prende e te faz querer devorar o livro, pior que os livros não dão medo, mas aquela sensação que a gente sente assistindo filme de terror, quando estamos esperando alguma coisa assustadora, segurando a respiração e com o coração meio acelerado? Pois é, senti isso muitas vezes durante a leitura.

O livro vai contar a história de uma família de três pessoas Jack Torrance, o pai; Wendy, a mãe e Danny, a criança que é iluminada e isso você já descobre logo de cara. A trama se passa entrelaçando pontos de vista dos personagens, acontecimentos e lembranças. 

Por isso, ao longo da história desenvolvemos sentimentos mistos pelos personagens, porque de certa forma somos manipulados pelos pontos de vista deles, então ora achamos que o Jack é um coitado, ora que ele é um babaca de marca maior (o que agora eu acho que ele é mesmo); a Wendy passa de mãe dedicada à grande vacona, dependendo do ponto da história e até mesmo o Danny passa de criança boazinha para mimado querendo atenção.

Esse mix de sentimentos aconteceu comigo até o momento que eu percebi que o ponto de vista dos personagens estava mexendo comigo, o que o narrador queria que eu pensasse estava pensando sem questionar, comecei a pensar no que eu achava de cada personagem e isso me deu um outro ponto de vista da história, o meu.

Até agora é meu livro preferido do King e já estou com Doutor do sono (continuação) aqui pra ler, espero ler em breve...rs
Acho a construção da história e dos personagens muito real, gosto de como ele mostra as coisas aos poucos e a empatia que sentimos pelos personagens, toda vez que acaba um livro dele, surge uma vontade de saber mais dos personagens, uma vontade de não terminar o livro.

Ás vezes ele pode ser bem descritivo, o que não me atrapalha, afinal meus escritores preferidos são descritivos, mas quando ele começa a ação não dá nem pra respirar direito.

Quando li a sinopse do livro, achei que ele me lembraria um pouco sexto sentido, de fato existe uma criança que vê espíritos, existe um adulto que explica as coisas, existe uma cena com banheiro, mas acho que as coincidências  param por ai...rs.

Acho que todo mundo no mundo deveria ler esse livro, ele é SENSACIONAL!


Quem ai já leu?
O que achou dele? Qual King recomenda?

Até a próxima!

;)








quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

{Fabí} 'Tá lido # 59 - Crime e castigo, Fiódor Dostoiévski

Páginas:590
Editora: L&PM Pocket
Skoob
Avaliação pessoal: 5 estelas

SinopseUm dos romances mais importantes, mais lidos e festejados da literatura, Crime e Castigo (publicado originalmente em 1866) conta a história de um crime e suas consequencias. Trata-se de um enredo de suspense e de grande tensão, de uma profundidade psicológica única, passado na turbulenta Rússia tsarista do século XIX. Raskólhnikov é um jovem pobre, ex-estudante da universidade, que vive nos bairros marginais de São Petersburgo. Dono de uma mente febril - como todos os grandes personagens de Dosoiévski (1821-1881) -, convence a si próprio que, deveido à sua extrema miséria, está isento de qualquer lei moral. Porém, quando resolve colocar a teoria à prova, as coisas não saem como o esperado, e ele sofre miseravelmente. Crime e castigo, parece dizer o romance, são duas faces da mesma moeda, duas realidade indissociáveis que brotam da mesma semente.


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Oi gente, tudo certo?

Vocês vão cansar de mim até o fim das férias, hoje é oficialmente meu primeiro dia de férias, então também começa oficialmente o mês com posts todo dia, vocês vão cansar de mim...rs.

Até dia 30/12/2014 vou postar sobre todos os meus livros favoritos, para que no dia 31/12, quando eu postar meu Top 15, todos os livros já tenham aparecido por aqui, espero que vocês gostem! =)


Esse é um daqueles livros que é difícil descreve, falar sobre ou até mesmo definir, acho que pra cada pessoa ele trás um sentimento diferente, cada personagem desperta em você um sentimento e cada página lida é uma angustia a mais.

Acho que todo mundo sabe que é um romance psicológico, onde nossos sentimentos são manipulados o tempo a história é narrada em terceira pessoa, com ênfase no ponto de vista do personagem principal Rodion Românovitch Raskólnikov.

Raskólnikov é um ex-estudante de direito vindo do interior, sua família é muito pobre e sua mãe acredita que, depois de formado, sua posição garantirá um casamento melhor para sua irmã e uma vida mais confortável para todos.

Apesar de toda essa pobreza o Raskólnikov é extremamente orgulhoso e arrogante, combinação perigosa para uma pessoa que beira a miséria e se considera uma pessoa mais inteligente e melhor que os demais.

No decorrer do livro, justamente pelos defeitos de caráter que ele tem, ele se vê em situações que ele mesmo buscou e as decisões que ele toma a partir delas é o plote central da narrativa.

Pode o ambiente influenciar no caráter das pessoas? Uma pessoa é mais merecedora dos bens materiais que a outra? Alguém é capaz de decidir o futuro de outras pessoas?

Essas são algumas perguntas que foram surgindo pra mim durante a leitura, o bom de ter uma narrativa que aponta o dedo para os defeitos da condição humana, e como humanos que somos, é que serve muitas vezes como uma análise das nossas próprias atitudes, ou para a falta delas em alguns casos.

O que leva a outro ponto da discussão do romance, o que mais nos atormenta a nossa própria consciência ou a opinião dos outros, (acho que aquela coisa de o inferno são os outros não cola muito pro Raskólnikov), uma atitude tomada na hora do desespero é menos válida que um pensada com antecedência?

Só sei que depois de ler esse livro e vir compartilhar aqui com vocês, percebi que nada sei, tanto do livro como da vida!
Mas pra mim livro bom é assim, trás muitas perguntas e poucas respostas, porque afinal, elas estão dentro de você e pra cada um ela vai se uma verdade diferente!



Alguém ai já leu?

O que achou?



Até a próxima!



;)


sábado, 11 de outubro de 2014

~ The Rory Gilmore Reading Challenge da Fabi ~

Hoje vou mostrar como anda meu desafio da Rory, com essa lista em português (que eu achei no blog o Dobro da Metade),  é mais fácil de me organizar, então vou usar ela como guia e além do meu perfil no List Challange e a atualização trimestral com foto das edições que eu li.



(* Aqui tem uma página do Blog que explica tudo, o que é e quais são os livros.)

Nesse post mostrei o que tinha lido 30 livros até então, agora melhorei um pouco meu numero e li mais 6, agora são 36 livros! :D
Comprei alguns que fazer parte do desafio, só falta o vira tempo ou uma Tetris...rs

* Quem quiser utilizar da lista tudo bem, mas por favor creditem a Bruna e o Blog Dobro da Metade (http://www.dobrodametade.com.br/), valorizar o trabalho dos outros e ser grato é a coisa mais honesta a se fazer! ;)

Legenda:

~> Os que estiverem assim foram lidos.
~> Os que estiverem assim ** foram lidos e resenhados, clicando já abre o post.
~> Os que estiverem assim eu tenho mas não li ainda.
~> Os que estiverem assim estou lendo.
~> Os que estiverem assim não tenho interesse em ler por enquanto.

domingo, 5 de outubro de 2014

{Fabí} 'Tá lido #57 - Cândido ou O otimismo, Voltaire

Editora: Abril
Páginas: 160
Avaliação pesssoal: 5 estrelas e favorito

Sinopse: Cândido foi publicado no início de 1759 sem indicação do nome do autor, obtendo imediatamente um sucesso prodigioso. Ninguém duvidou de que o autor fosse Voltaire. Naquele mesmo ano, mais de vinte edições saíram na França e várias traduções apareceram na Inglaterra e na Itália. Os governos tentaram em vão bloquear, ou pelo menos frear, a difusão do livro. Desde o título, as aventuras de Cândido são um testemunho contra o otimismo, particularmente o leibniziano do "melhor dos mundos possíveis", que tentava conciliar a crença na existência do mal e a crença na justiça divina



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Esse livro foi uma surpresa pra mim, já esperava uma coisa boa, mas o tipo de narrativa é cativante e me surpreendeu por ser tão acessível e dinâmico.As informações são dadas em ritmo frenético e as cenas passam muito rápido de um cenário pra outro.

As personagens são bem distintas entre si, mas se completam, como se cada personalidade fosse a faceta de um grande personalidade central. É como se a vaidade, o orgulho, a impulsividade, a falsa moralidade, o exploradas de maneira bem humorada e crítica, fosse facetas dessa grande personalidade

O livro conta a história de Cândido, um jovem inocente que vai passar por várias vicissitudes da vida sem perder o otimismo e a fé na humanidade. Ele é um idealista que busca sempre seus objetivos, por mais "pancadas" que ele leve da vida, ele segue em frente.
Mas o que mais cativou foi perceber que as escolhas de Cândido são fator fundamental, se não o principal, na definição do seu futuro e daqueles que lhe são queridos, porque normalmente nossas escolhas influenciam sim na vida das pessoas que fazem parte do nosso mundo. 
    
É impossível largar esse livro, tanto pela narração, no estilo novela de cavalaria, meio cômico, cheio de mudanças, como pelo próprio Cândido, que é muito cativante. Enquanto lia esse livro conseguia visualizar todas as cenas, elas acontecem em "flashs" e (pelo menos pra mim) esse livro foi muito visual, mesmo com uma narrativa curta ele mostra os fatos de forma coerente e as mudanças de cenário não interferem no entendimento da história.

Por mais que seja um livro de filosofia, escrito no século passado, possui uma linguagem relativamente fácil e uma narrativa gostosa de ler, acredito que seja um bom livro pra começar a ler filosofia.




Quem já leu esse livro, o que achou?

Até mais! ;)


(* Esse livro faz parte do The Rory Gilmore Reading Challange)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

'Tá lido #56 - Um teto todo seu, Virginia Woolf

  Páginas:149 
  Editora: Nova Fronteira
  Sinopse: Celebrada como uma das mais importantes romancistas do século XX, Virginia Woolf mostra em Um Teto Todo Seu uma faceta de sua produção literária que cada vez mais vem sendo elogiada por seus estudiosos: a ensaística. Nele, a autora inglesa traça um brilhante painel da presença feminina na literatura - não como personagem, mas como escritora - ao longo do tempo. E chega à conclusão de que, se Shakespeare tivesse tido uma irmã tão brilhante e vocacionada quanto ele, ela certamente teria tido uma vida miserável e se matado ainda jovem, porque, às mulheres do século XVI, não era permitido outro papel senão o de trabalhadoras domésticas escravas ou animais de estimação. Em outras palavras, mulheres escritoras só começam a surgir a partir do momento em que lhes foi dado o direito de ter uma renda pessoal e um teto todo seu.


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Esse livro é um ensaio, foi escrito baseado no convite feito a V. Woolf  por uma universidade, para falar sobre o papel da mulher na literatura, durante o livro ela discorre sobre vários pontos importantes no processo de criação, mulheres importantes na literatura (claro que na época que ela escreveu esse livro as coisas eram muito mais complicadas para as mulheres), preconceitos e até mesmo na postura da mulher na sociedade.




(Na época que li esse livro, tinha acabado de ler Mrs. Dalloway e por conhecidencia li esse artigo na Revista Bula e descobri que estava por fazer 73 anos que ela se suicidara, quem quiser saber um pouco da vida dela e até das obras (superficialmente) vale a pena ler esse artigo)

Pode parecer besteira, mas algumas coisas que as mulheres faziam continuam se repetindo, um exemplo típico é aquela situação onde você permite que um homem carregue sua bolsa porque está pesada, ou que um homem levante e de o lugar pra você sentar, essas pequenas coisas que nos tornam frágeis e nos fazem refletir se queremos mesmo a igualdade, ou ter esse tipo de vantagem é melhor?
Esse permissão pra ser fragilizada dá poder e precedentes pra sermos tratadas de forma diferente.

Se o mundo mudou? Acredito que sim, mas ainda existem grandes barreiras que nós mesmas nos colocamos, existe um pensamento que nos diferencia dos homens e que nos tornam reféns das nossas próprias escolhas, escolhas próprias ou as que permitimos que tomem por nós.
Diferenças sempre vão existir, pois existem de um mulher pra outra, de um homem pra outro, aliás existem de pessoa pra pessoa, independentemente do sexo.




Nesse livro a VW coloca as barreiras que a mulher tinha que enfrentar no começo do século XX para escrever, no momento em que a maior parte delas não tinha renda, tinha muitos filhos e seu futuro decidido por outros homens, com isso ela destaca autoras como Jane Auste e as irmãs Brontë, que eram mulheres que escreviam (embora ainda dentro do mundo das mulheres da época, tratando de assuntos bem femininos), com certa crítica e do ponto de vista das mulheres, aceitando sua condição, muitas vezes até criticando, mas sem tentar escrever como um homem.



Acho fascinante a força que ela passa durante o discurso, ela não se faz de vítima em nenhum momento, mostra vários pontos de vista, critica os comportamentos que ela julga incovenientes e mesmo assim não se torna uma ode ao feminismo, mas nos faz repensar nossa postura e o quanto nos (des)valorizamos.


Quem ai já leu? Me conta o que achou!

Eu li da biblioteca, mas tô de olho nessa edição linda da Tordesilhas.