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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

{Fabí} 'Tá lido # 59 - Crime e castigo, Fiódor Dostoiévski

Páginas:590
Editora: L&PM Pocket
Skoob
Avaliação pessoal: 5 estelas

SinopseUm dos romances mais importantes, mais lidos e festejados da literatura, Crime e Castigo (publicado originalmente em 1866) conta a história de um crime e suas consequencias. Trata-se de um enredo de suspense e de grande tensão, de uma profundidade psicológica única, passado na turbulenta Rússia tsarista do século XIX. Raskólhnikov é um jovem pobre, ex-estudante da universidade, que vive nos bairros marginais de São Petersburgo. Dono de uma mente febril - como todos os grandes personagens de Dosoiévski (1821-1881) -, convence a si próprio que, deveido à sua extrema miséria, está isento de qualquer lei moral. Porém, quando resolve colocar a teoria à prova, as coisas não saem como o esperado, e ele sofre miseravelmente. Crime e castigo, parece dizer o romance, são duas faces da mesma moeda, duas realidade indissociáveis que brotam da mesma semente.


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Oi gente, tudo certo?

Vocês vão cansar de mim até o fim das férias, hoje é oficialmente meu primeiro dia de férias, então também começa oficialmente o mês com posts todo dia, vocês vão cansar de mim...rs.

Até dia 30/12/2014 vou postar sobre todos os meus livros favoritos, para que no dia 31/12, quando eu postar meu Top 15, todos os livros já tenham aparecido por aqui, espero que vocês gostem! =)


Esse é um daqueles livros que é difícil descreve, falar sobre ou até mesmo definir, acho que pra cada pessoa ele trás um sentimento diferente, cada personagem desperta em você um sentimento e cada página lida é uma angustia a mais.

Acho que todo mundo sabe que é um romance psicológico, onde nossos sentimentos são manipulados o tempo a história é narrada em terceira pessoa, com ênfase no ponto de vista do personagem principal Rodion Românovitch Raskólnikov.

Raskólnikov é um ex-estudante de direito vindo do interior, sua família é muito pobre e sua mãe acredita que, depois de formado, sua posição garantirá um casamento melhor para sua irmã e uma vida mais confortável para todos.

Apesar de toda essa pobreza o Raskólnikov é extremamente orgulhoso e arrogante, combinação perigosa para uma pessoa que beira a miséria e se considera uma pessoa mais inteligente e melhor que os demais.

No decorrer do livro, justamente pelos defeitos de caráter que ele tem, ele se vê em situações que ele mesmo buscou e as decisões que ele toma a partir delas é o plote central da narrativa.

Pode o ambiente influenciar no caráter das pessoas? Uma pessoa é mais merecedora dos bens materiais que a outra? Alguém é capaz de decidir o futuro de outras pessoas?

Essas são algumas perguntas que foram surgindo pra mim durante a leitura, o bom de ter uma narrativa que aponta o dedo para os defeitos da condição humana, e como humanos que somos, é que serve muitas vezes como uma análise das nossas próprias atitudes, ou para a falta delas em alguns casos.

O que leva a outro ponto da discussão do romance, o que mais nos atormenta a nossa própria consciência ou a opinião dos outros, (acho que aquela coisa de o inferno são os outros não cola muito pro Raskólnikov), uma atitude tomada na hora do desespero é menos válida que um pensada com antecedência?

Só sei que depois de ler esse livro e vir compartilhar aqui com vocês, percebi que nada sei, tanto do livro como da vida!
Mas pra mim livro bom é assim, trás muitas perguntas e poucas respostas, porque afinal, elas estão dentro de você e pra cada um ela vai se uma verdade diferente!



Alguém ai já leu?

O que achou?



Até a próxima!



;)


quinta-feira, 12 de junho de 2014

'Ta Lido # 53 - Noite em claro, Martha Medeiros

Autor: Martha Medeiros 
Páginas: 64
Editora: L&PM 
Sinopse: Na solidão do seu apartamento, uma mulher escreve sobre a sua história numa noite de insônia. Uma história plena de relacionamentos marcados por frustrações, dor e prazer. Encorajada pelo champanhe, sem nenhuma censura, ela vai contando sua vida enquanto chove lá fora. O livro só terminará com o último pingo de chuva. Martha Medeiros, a poeta de Cartas extraviadas, a cronista de Feliz por nada, a romancista de Divã está inteira nesta novela visceral que é um verdadeiro convite à reflexão.









Nunca tinha lido nada dela, mas me senti íntima depois de ler, pra mim a escrita era totalmente visceral e passional, do tipo de conversas que melhores amigas tem, coisas que a intimidade proporciona e que só ela nos faz dignos da confiança de ouvir coisas tão profundas sobre o outro.

Acho que essa é uma das coisas que mais me incomodam nas crônicas, essa coisa cotidiana e intimista, não sou o tipo que lê biografias por isso, gosto do imaginário e do cenário que o romance tem. Larguei um livro de crônicas da Clarice Lispector, justamente por não ter o mínimo interesse em ler sobre os problemas dela com a empregada, com as questões cotidianas, gosto mesmo de admirar o autor pela obra, pelo que eu posso ver dele e lendo sua obra me sinto capaz de julgar se eu gosto dele ou não, pelos meus olhos, pelo que suas palavras me mostram.

Mas, nesse caso, queria ser amiga da Martha, ouviria seus problemas e leria (lerei) suas crônicas, afinal ela relata com fervor, ela sente e mostra isso na escrita, posso dizer que ela me tocou, suas palavras me alcançaram e eu quero ler mais dela, sentir essa conexão e conhecer mais a fundo essa mulher, que tem problemas, mas me parece bem próxima de mim ou de quem posso ser um dia.

Gostei muito desse livro e perdi minha birra com crônica, o bom de experimentar é isso, a capacidade de se surpreender e de mudar de opinião, aprendendo a gostar de uma coisa que não acreditava fazer o seu gênero.

Até a próxima!
;)


sexta-feira, 6 de junho de 2014

'Tá lido # 51 - O diabo, Leon Tolstói



L&PM Pocket
ISBN: 9788525425751
Ano: 2012
Páginas: 64
Sinopse: Poucos escritores penetraram tão fundo na alma dos seus personagens quanto Leon Tolstói, dono de uma técnica narrativa certeira e cristalina. É o que pode ser visto em “O diabo”, conto escrito em 1898. De origem autobiográfica – e provavelmente em razão disso –, o texto só foi publicado postumamente, em 1916, já que Tolstói­ o escondera por considerá-lo escandaloso. “O diabo”­ trata de questões caras ao autor de Guerra e paz: o papel do casamento,­ do sexo e das relações amorosas, bem como a responsabilidade moral dos indivíduos. Na história, Evguêni, um bacharel em direito,­ se envolve com uma bela camponesa da região, num caso que teria tudo para ser esquecido e relegado às loucuras de juventude. Mas Evguêni é jovem, e não percebe que está criando armadilhas para si mesmo...




Eu já estva bastante curiosa para ler Tolstói, principlamente depois de ver o filme Anna Karenina com a Keira Knightley e o Jude Law fiquei ainda mais curiosa, porque achei a ideia central da história simplesmente perfeita, bem construída e com o desfecho perfeito. Aliás, acho que a Keira Knightley é perfeita para o papel, ela combina com essas mulheres de época.

Mas voltando aO' Diabo, a história também gira em torno de traição, um casamento aparentemente perfeito que destrói uma das partes por adultério, a culpa e o medo de ser descoberto nesse livro é bem mais aparente que no filme, como ainda não li o livro não posso dizer bem se em AK também é assim, no filme pelo menos não é tão evidente.

Esse livro é mais para uma novela, muito bem escrita e genial por sinal, a forma como as nuances psicológicas são descritas e valorizadas enriquecem muito a leitura, tenho Guerra e Paz e Anna Karenina para ler, pretendo ler pelo menos um desses dois ainda esse ano, mas acredito que esse poder de entrar na mente das pessoas seja uma característica própria do autor.

Aparentemente esse livro é meio autobiográfico, essa obra é póstuma e supostamente Tolstói não era dos maridos mais fiéis,  dizem que ele vivia atormentado por isso, mas isso são só especulações né?

Nesse livro fica bem evidente que a melhor avaliação das nossas atitudes é nossa própria consciência, nossos atos são medidos pelos nossos valores e a imagem que temos de nós mesmos é o que realmente faz a diferença no nosso modo de viver.


Por hoje é só, até a próxima!
;)

sexta-feira, 14 de março de 2014

'Tá Lido #45 - Peanuts: É pra isso que servem os amigos

Peanuts: É pra isso que servem os amigos

Autor: Charles M. Schulz
Páginas: 144 
Editora: L&PM
Sinopse: Publicada pela primeira vez em 1950, Peanuts é o resultado do gênio criador de Charles M. Schulz, que inventou um mundo atraente tanto para crianças como para adultos a partir de personagens que expressam sentimentos incrivelmente profundos e tocantes.







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Já posso morrer de tanta fofura?

Nunca fui muito fã de Snoop, acho que porque não conhecia, não me julguem, mas acho que não era da minha época. Agora é da minha época, do meu futuro, do meu presente e do meu passado...rs.

Coisas que eu desmistifiquei quando eu li Peanuts:

1) O Snoop não é fofo, ele é meio mal humorado.
2) O Snoop é um beagle.
3) O Snoop se importa mais com o passarinho Woodstock, que com o Charlie Brown.
4) O Charlie Brown não tem diálogos com o Snoop, afinal ele é um cachorro e não fala só pensa.
5) O Snoop tem 3 irmãos que moram em outros lugares.

Achava que o Snoop era um cãozinho fofo, meigo e que amava seu dono, bem eu estava quase certa, exceto pela parte da fofura e meiguice, ele é meio sarcástico e um pouco rabugento, talvez ele pense que ele é o dono dele mesmo (até que é verdade) e talvez ele se ache um pouco mais inteligente que o próprio Charlie Brown, e talvez seja mesmo.

Ele é um cão filosofo, que entende a língua do Woodstock e da turminha do Charlie Brown, mas que não tem muita paciência e não demostra muito seus afetos e carinhos, ele na verdade é bem orgulhoso.
Quanto ao Charlie Brown ele é carinhoso e um bom companheiro, tanto do Snoop, quanto do resto do seus amigos.

Esse livro é uma celebração à amizade e ao companheirismo, valoriza os momentos diários de carinho e os de falta de carinho também, afinal é pra isso que servem os amigos.

;)

Até a próxima



domingo, 5 de janeiro de 2014

Tá lido #35 - Numa Fria, Charles Bukowski

Numa Fria, Charles Bukowski

Autor: Charles Bukowski
Editora: LPM
Páginas: 184
Sinopse: Charles Bukowski nasceu na Alemanha em 1920 e morreu nos Estados Unidos em 1994. Veio para a América com dois anos e tornou-se um dos maiores poetas e ficcionistas dos Estados Unidos. Santo padroeiro dos bêbados escritores, escreveu, entre outros clássicos, Cartas na rua, Mulheres, Crônica de um amor louco, Fabulário geral do delírio cotidiano, Notas de um velho safado, Hollywood (argumento do filme Barfly, direção de Barbet Schroeder, com Mickey Rourke e Faye Dunaway), a novela Pulp e o O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio, livro confessional e seu último trabalho publicado antes de morrer.

Sua obra poética é vasta e jamais foi traduzida no Brasil. A diferença entre Bukowski e outros malditos é que ele não foi um mártir, nem um anjo caído. Às vezes, quando cai, cai atirando, sem autopiedade. Alguns de seus diálogos são memoráveis, e a violência de sua linguagem geralmente oculta uma indisfarçável ternura pelos perdedores e excluídos. Numa fria é Bukowski puro: uma preciosa coletânea de contos, gênero ao qual ele se dedicou mais intensamente.


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Nunca imaginei que ia gostar tanto de um velho escritor bêbado, com tendências ninfomaníacas, que vive a margem da sociedade e adora isso, mas amei e foi uma experiência ótima. Me peguei rindo várias vezes, achei umas partes bem nojentas e outras hilárias. Acho que essa leitura veio no momento certo sabe?

Dezembro pra mim foi um mês meio pesado, com provas finais e dois exames, pelo menos em uma matéria eu passei direto e em outra eu peguei DP, mas fiquei feliz por ter conseguido me livrar de uma pelo menos rs. Com tanta pressão, fiquei muito tensa, a pior parte é a auto cobrança, é me sentir decepcionada comigo mesma. Mas faz parte, esse ano foi um ano complicado pra mim, cheio de aprendizados e situações que me forçaram a crescer, também aconteceram coisas muito boas, como as coisas boas pesam mais, vamos dizer que a balança ficou equilibrada e eu fiquei bem feliz com o fim de 2013.

Esse livro pareceu bem autobiográfico pra mim, algumas vezes por mais que os personagens tivessem outros nomes na minha cabeça eu chamava eles de Bukowski, outras parecia uma experiência de porre ou drogas ou parecia que ele escreveu um conto depois de ver uma daquelas matérias extraordinárias do Cidade Alerta (corta pra 18! rs). Tudo pra ele inspira, cada conto parece ter sido escrito a partir de uma coisa real.

Mas acho que é toda essa bizarrice, essa coisa fora do esperado que faz a leitura ser tão prazerosa.

Tenho vários e-books do Buki (íntima) no Kobo, portanto logo mais ele aparece aqui novamente!

Quem já leu Bukowski aqui? Gostou tanto quanto eu, ou não?


;) 



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

{Bel} Impressões de Leitura #23 ~ Sonho de uma noite de verão (William Shakespeare)

Título: Sonho de uma noite de verão
Título Original: A Midsummer Night's Dream
Autor: William Shakespeare
Editora: L&PM Pocket
Número de páginas: 122

Skoob :: Goodreads

Avaliação: 5 estrelas!

Sinopse: Numa noite de verão, num bosque, quatro jovens enamorados encontram-se e desencontram-se: Lisandro ama Hérmia que ama Lisandro e é amada por Demétrio, que é amado por Helena; depois, Demétrio ama Helena, que ama Demétrio e é amada por Lisandro, que é amado por Hérmia. Na manhã seguinte, tudo se resolve, e há um casamento triplo, pois casam-se também o Duque de Atenas e a Rainha das amazonas. Na festa, no palácio do Duque, apresenta-se uma peça de teatro amador, escrita e encenada por trabalhadores locais. É hilariante de tão ruim a "comédia trágica", que teve ensaio naquela noite de verão, naquele bosque, habitado por fadas e duendes que têm seu Rei e sua Rainha, que disputam a guarda de um menino indiano, e por isso esta Rainha apaixona-se, naquela noite de verão, por um mortal com cabeça de burro. Ação e movimentação, paixões e casamentos, brigas e reconciliações, equívocos e finais felizes. É um Shakespeare muito divertido e nada trágico, um "sonho" originalmente escrito para uma festa de casamento na vida real.



Eu já havia lido outros livros/peças de Shakespeare, mas já havia muito tempo e não tinha a maturidade que tenho hoje para compreender o conteúdo e suas nuances. Sabe quando a professora pede para ler algo para a escola e acabamos lendo sem compromisso algum? Então, foi assim minha primeira experiência com o autor.


Durante a leitura, é bem fácil de perceber que Shakespeare não tinha pretensão alguma com o resultado. Ele estava bem à vontade, escrevendo, sem se preocupar com nada. E o resultado foi muito bom!

Um romance, um bosque cheio de criaturas mágicas, um ensaio de uma peça por pessoas comuns para apresentá-la no palácio. E ainda por cima, há uma disputa da guarda de um pajem, um garoto indiano, entre o rei e a rainha. Uau, quanta coisa!

Parece muito conteúdo para uma peça relativamente curta, com poucas páginas, porém, Shakespeare deixa cada personagem tão marcante e cada situação tão completa, desenvolvendo-a tão eficientemente, que no fim, tudo é suficiente para a história.

Não achei que foi um livro fácil de ser lido, nem um pouco. Apesar de curto, demorei alguns dias para terminá-lo. A maneira como tudo é apresentado, às vezes ficava muito confuso para entender o que estava acontecendo. Principalmente nas cenas onde entrava Puck, talvez por sua natureza brincalhona, isso se refletiu em seus diálogos também. Mas é só ter atenção, voltar algumas linhas que você terá sucesso na leitura.

E foi uma leitura muito prazerosa, daquelas que lemos com um sorriso no canto do lábio. Uma comédia trágica ou uma tragédia cômica... enfim, é um mix de sentimentos absurdo!

A resenha de hoje foi bem simples, pois eu acho difícil falar de Shakespeare, o julgo como um território sagrado.

Só posso dizer que, se você tem vontade de ler algo do autor, primeiramente esteja em um lugar tranquilo para concentrar-se e, então, mergulhar com tudo na leitura. Não é fácil, mas vale muitíssimo a pena!

"O Amor não vê com os olhos, mas com a mente; por isso é alado, e cego, e tão potente"

Já leu Shakespeare?

Um abraço

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Um abraço
Bel VF 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Tá lido # 17 - 3 em 1 - Uma imersão no mundo de Sherlock e o que eu encontrei por lá!

3 em 1: O estudo em vermelho, O cão dos Baskerville, O cliente ilustre e O último adeus de Sherlock, Sir Arthur Conan Doyle!




Pois é esse post promete ser longo e eu estou querendo fazer posts assim de vez em quando, com três  livros que tenham a mesma temática, sejam de uma mesma época ou sejam do mesmo autor, por exemplo ficção científica, fantasia, romances de banca, Agatha Christie, machado de Assis...

Esse vai ser o primeiro e não sei exatamente quando vai ser o próximo e nem sobre qual assunto! :)

E pra começar escolhi um gênero muito importante na minha jornada como leitora, sempre li muito, mas uma das coisas que me motivaram a ler foram os ditos romances policiais, suspenses e as aventuras, mas como já disse antes sempre tive uma quedinha pelos livros do Poirot da Agatha Christie e eu li todos os romances da biblioteca da escola durante o ensino fundamental.

Como mês passado eu tinha mais tempo pra ler resolvi fazer essa imersão e ler um pouco de Sherlock, embora eu adore o detetive nunca tinha lido nada sobre ele e minha experiencia no ramo de detetives se resumia basicamente ao Poirot e recentemente à alguns contos do Edgard Allan Poe que temo detetive Dupin como personagem principal.